Toda vez que termino um certo mail, fico com várias questões na cabeça que gostaria de ter escrito e esqueço. Em um pequeno trajeto, várias reflexões foram despertando em minha mente, um verdadeiro turbilhão de ideias em minha cabeça.
Como a ansiedade é vista?
Como a pressa é vista?
O que vale salvar uma vida? Pular a frente de um carro e puxar uma mulher prestes a ser atropelada, a ponto do carro passar a, no máximo, um ou dois dedos de distância vale alguma coisa?
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Na fila para comprar o ingresso de Os Vingadores, chega minha vez, e, como não havia ninguém na fila de idoso, a funcionária do cinema me chama. Enquanto estou pagando, um idoso chega reclamando, em tom áspero, que aquela fila era de idoso. Ainda bem que estou aprendendo a importância da paciência. O episódio em si me lembrou de uma "fatia" de causo que li por aí. É impressionante como os pensamentos no calor do momento foram os mesmos. E eu ainda acrescentaria a seguinte pergunta: Por que todo idoso, que, em teoria, já deveria estar com a lição da paciência na ponta da língua, sempre está impaciente e com pressa?
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Isto me desperta mais uma reflexão. Teria alguma ligação entre a paciência e a idade física? Ou entre a proximidade da morte? Ou eu teria dado o azar de encontrar apenas espíritos pouco evoluídos em corpos com idade física avançada?
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Isto me desperta mais uma reflexão. Teria alguma ligação entre a paciência e a idade física? Ou entre a proximidade da morte? Ou eu teria dado o azar de encontrar apenas espíritos pouco evoluídos em corpos com idade física avançada?
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Para fechar, lembro que não lancei o FGTS no IR, e terei de refazer. Não pude deixar de pensar em como estou com sorte por estar "pagando" expiações tão pequenas.
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