Estive
lendo sobre o conhecimento do futuro e notei um ponto interessante,
que poderia responder a uma pergunta de muitos, se o futuro já
estaria escrito ou se ele seria influenciado por nós a cada dia. Na
leitura, o futuro não seria revelado, por Deus, ao homem. Tal fato
ocorreria em casos excepcionais. Mas em suma, a não revelação se
daria para preservar o homem de sentimentos negativos, como a cobiça,
por exemplo, ou, ainda, para preveni-lo do sentimento de decepção,
caso aquela visão do futuro não se realizasse. Esse é o ponto-chave
na questão. Se uma visão atual de um estado futuro não vier a se
concretizar futuramente, isso indicaria que o futuro se modificaria
através dos eventos ocorridos durante nossas vidas, ou seja, o futuro
não seria como livro escrito ou uma estrada de mão única. Ele não
seria estático, mas sim dinâmico, influenciado por nós,
através dos eventos de nosso cotidiano.
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